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Nos dias que correm
muitas são as preocupações dos pais e educadores com a alimentação
das crianças. Os avanços da medicina e o aumento dos conhecimentos
sobre nutrição humana levaram à constatação de que as crianças não
têm o metabolismo de um adulto, pelo que a sua alimentação deverá
ser feita em função da sua idade e necessidades específicas nesse
dado momento.
As crianças são todas diferentes e os seus hábitos alimentares variam
muito em função da idade, estados de espírito, saúde, épocas do
ano, etc. Para muitos pais a hora da refeição é algo de problemático,
porque os seus filhos recusam-se a comer determinados alimentos,
ou porque tendem a comer de mais.
As
crianças, em condições normais, só comem a quantidade que o organismo
necessita. As crianças precisam ser educadas e formar bons hábitos
alimentares. Cabe-nos ajudar os pais nessa tarefa. Comida não é
brinquedo e alimentação não é brincadeira. Comida é para nutrir,
dar vida, fazer crescer e desenvolver as crianças, e não para distrai-las,
muito menos intoxicá-las, criar maus hábitos e deixá-las obesas.
Devem ser alimentadas nos horários certos, com os alimentos certos,
da maneira certa: na mesa, tranquilamente, sem ansiedade, com o
aleitamento sendo retirado, gradualmente, a partir dos 6 meses de
vida, e totalmente aos 18 meses, para que o mamar seja substituído
pelo mastigar.
Em
termos gerais, uma refeição principal equilibrada deverá ser composta
por uma parte maior de hidratos de carbono com amido (arroz, massa,
batata, feijão e ervilhas), acompanhada de uma parte menor de alimentos
proteicos (carne, aves, peixe, ovos ou feijão). O consumo de gorduras
devem ser feito em quantidades mínimas.
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