| 05 de Julho |
quinta |
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Sonoplástica
Fernando Mota - direcção artística
Fernando Mota, Gonçalo Lopes e Gonçalo Pratas - músicos |
| Frigideirofones, tubofones e companhia. A Sonoplástica confronta culturas, métodos, funcionalidades e estilos. Tocando instrumentos convencionais como clarinete, saxofone ou bombo, em estreita convivência com outros construídos pelos músicos a partir de materiais e objectos reciclados (tubos de PVC, vassouras, balões, frigideiras, barricas e chinelos de praia), estes músicos constituíram um repertório abrangendo os mais variados estilos e influências musicais. Um espectáculo da Sonoplástica é, sobretudo, um momento improvável. |
| 21h30 |
Auditório do CEFAS |
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| 05 de Julho |
quinta |
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Les Pompistes
Yvon Subert, Philippe Tessier, Morgan Labey, François Leblay - voz e gesto
Pascal Guillotin, Yann Duclos - techniques
Cristophe Lemoine - mise en scène
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| Cantando a capella, estes cantores-actores acompanham as suas vozes de um humor gestual burlesco. A genialidade desta formação vocal-teatral, tem feito de Les Pompistes uma referência internacional na área do humor musical. A curiosa adopção vocal de temas conhecidos de bandas sonoras do cinema mundial são pretexto para um espectáculo onde impera o movimento, a música e o humor. |
| 22h30 |
Auditório do CEFAS |
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| 06 de Julho |
sexta |
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Os CantAutores
Luís Fernandes - direcção musical, voz, braguesa, flauta, acordeões
Bruno Pinho - guitarra ||
Chico Lameiro - trombone
Jaime Pereira - percussões ||
Joca - violino
Marco Figueiredo - piano ||
Miguel Calhaz - voz, contrabaixo
Ricardo Lameiro - fagote ||
Tiago Abrantes - clarinete
participações especiais: Andamento | Alunos d'Orfeu
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| O espectáculo mais ansiado pelo público de Águeda. O ciclo Os CantAutores, que a d'Orfeu levou à cena por todo o país e ao qual Águeda se rendeu, apresenta-se agora em grande formato final, homenageando num só espectáculo as obras de Sérgio Godinho, José Afonso e Fausto. Esta apresentação em Águeda mobilizará todo o elenco artístico da d'Orfeu que, para além da música, fará também a apologia das palavras. É que o mérito destes cantautores reside, já o sabemos, no golpe quase mágico com que mesclam música e poesia. |
| 21h45 |
Casa do Adro |
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| 06 de Julho |
sexta |
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Como Um Relâmpago
Américo Rodrigues - criação e voz
Ulrich Mitzlaff - violoncelo
Daniel Gamelas - 2ª voz
João Louro - manipulação de imagens
António Freixo - operação som e luz
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Américo Rodrigues apresenta um espectáculo de poesia sonora, inspirado numa experiência verídica de dor - nevralgia do trigémio -, uma dor muito intensa descrita como lancinante, vivida pela sua própria mãe. Um testemunho impressionante serve de ponto de partida para esta sessão de poesia visceral, acompanhada por música improvisada e por manipulações de imagens vídeo do processo clínico. Um espectáculo sobre a memória da dor. A poesia sonora é reincidente no festival (já esteve na programação de 1999), refugiando-se num experimentalismo com a voz por meio de elaborações fonéticas. NOTA: Não aconselhado a pessoas emocionalmente sensíveis. |
| 23h30 |
Cavalariças da Casa do Adro |
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| 07 de Julho |
sábado |
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Sete Luas
João Curto - concepção artística
elenco do GEFAC - interpretação
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| Deste mais recente espectáculo do GEFAC - grupo de exímios recursos na recriação da nossa cultura tradicional - se diz que na dança se celebra a vida, mas também a noite, o fantástico e o maravilhoso. Das luas, dizem os livros as suas fases, e com elas se conjugam as marés. Mas para além dos crescentes e minguantes, despertam memórias de bruxas e lobisomens, fradinhos da mão furada, diabos e ainda olharapos e sereias, mais o rosto escondido de mouras encantadas. A festa das sete luas, num espectáculo com 40 figuras em palco, ou uma outra maneira de dançar a cultura. Do espaço e dos passos. Dos quatro elementos e das sete luas. |
| 21h45 |
Casa do Adro |
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| 07 | 08 de Julho |
sábado | domingo |
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Magia Musical
Beto Hinça - manipulação
Octávio Rente Martins - manipulação
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| Uma sala de concertos dentro de uma caixa preta. Um interminável desfile de músicos, num ritmo envolvente e contagiante, magistralmente manipulados por marionetistas que passam pelos fios a sua magia. Um espectáculo de puro encantamento para todas as idades. |
| 23h30 | 17h00 |
Espaço d'Orfeu | Praça da República |
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| 08 de Julho |
domingo |
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Gigantones e Circaçudos
Tiago Barbosa - gigantone
|| Tom Godwin - cabeçudo / timbalão,agogo
Tiago Rego - músico / bombos, caixa de ritmos, agogo
Carlos Mendonça - músico / bombos, timbalão, prato chinês, apitos
David Riganelli - cabeçudo / bombo, trompete
Diana Tso - cabeçudo / ferrinhos, flauta tranversal
Maria Eugénia de Castilla - cabeçudo / bombo
Toni Arteaga - cabeçudo / tarola ||
Jordi Cumellas - cabeçudo / bombo
Justin Buchta - gigantone ||
Nuno Cabral - técnica
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| Artistas de várias nacionalidades conceberam este grandioso espectáculo de rua para a programação do Porto 2001, baseado na tradição portuguesa dos Gigantones, confrontada com uma panóplia de soluções artísticas vindas do novo circo e do teatro de rua. Um estranho conjunto cenográfico, com sugestivas recriações de gigantones transformados em marionetas gigantes com movimento próprio, e por um núcleo de músicos que, partindo de ritmos populares, gravitam à volta das influências celtas e dos ritmos de leste, numa conjugação envolvente. Um cortejo festivo pela cidade antecede um espectáculo de novo circo, já em plena Casa do Adro. |
| 18h00 |
ruas da baixa / Casa do Adro |
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| 10 de Julho |
terça |
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Sérgio Godinho À Lupa
Sérgio Godinho - voz e guitarra
Nuno Rafael - direcção musical, guitarras e voz
Miguel Fevereiro - guitarra e voz
Pedro Gonçalves - baixo, contrabaixo e voz
João Cardoso - teclados e voz
João Cabrita - saxofone ||
Jorge Ribeiro - trombone
Sérgio Nascimento - bateria ||
Sara Côrte-Real - voz
João Marques - trompete e fliscorne
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| Figura incontornável da música portuguesa com uma carreira recheada de experiências artísticas ao mais alto nível no mundo da música e, longe a longe, do teatro. Os seus concertos são, também eles, fortemente teatrais, legitimados pela postura do músico Sérgio Godinho, actor em palco, algures entre o interventivo e o inventivo. O novo espectáculo "Lupa" reforça este mosaico único de energia e emoção, no qual elementos cénicos convivem agora com a sempre renovada música de Godinho. Sem ofuscar a linha antiga que delicia gerações. |
| 21h45 |
Casa do Adro |
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| 11 de Julho |
quarta |
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CV Matrix 25
Bety Fernandes, Cacá Oliveira, Cristóvão Rosa, Hélio Santos, Mano Preto, Rosy Timas, Zema Monteiro, Mário Lúcio Sousa - elenco
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| CV Matrix 25 é a saga de um povo cuja seca obriga a emigrar. A música e a literatura contam histórias de saudades das terras maternais. Por outro lado, é também a homenagem aos instrumentos de trabalho do cabo-verdiano. O espectáculo, na linha da nova dança de África, não recorre apenas a histórias mas também às músicas lindíssimas do povo cabo-verdiano. Os bailarinos tocam instrumentos tradicionais como o pilon, o pau de colêxa, o tambor, o ferrinho, os búzios, o shelafon e claro, o inevitável duo de guitarra e cavaquinho. |
| 21h45 |
Casa do Adro |
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| 11 de Julho |
quarta |
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O Ensaio 4Portango
Paulo Belchior - piano
Carlos Marques - clarinete
Artur Fernandes - concertina
Luís Cardoso - saxofone
Bitocas - percussões e outros cangalhos
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| O colectivo 4Portango é repetente no festival. Neste reencontro com o melhor público, o artista principal será... a partitura. Os músicos encomendaram uma nova partitura de Piazzolla (transposições e fotocópias das partes) e, desta vez, a viagem pelo repertório do argentino cuja música convida a voar, começará da forma mais simples e primária: pela leitura à primeira vista. Estamos convidados a assistir. Mas silêncio; isto é um ensaio. |
| 23h00 |
Cavalariças da Casa do Adro |
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| 12 de Julho |
quinta |
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Arti? De Uma Experiência
Nuno Paulino - direcção artística
Gonçalo Marques, Miguel Barriga, Ricardo Lima, João Aguardela - músico - actores
Sónia Renata, Dina, Miss Jamila - coreografias
João Kabides, Nuno Thomaz, Rui Massaro, David, Ricardo - percussão industrial
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| A percussão em bidons, o recurso à projecção vídeo, a música de raízes étnicas ao vivo, o teatro de rua, o circo, as danças de caretos e de pauliteiros acompanhados pela gaita de foles e percussões tradicionais, fazem deste espectáculo uma verdadeira celebração multi-artística e multi-cultural. Um universo denso e tribal simultaneamente contemporâneo e ancestral, este espectáculo vive da comunhão com o público, num verdadeiro ritual de sensações. |
| 21h45 |
Casa do Adro |
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| 12 de Julho |
quinta |
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Os Desencantos Do Diabo
Moncho Rodriguez - direcção artística
Moncho Rodriguez, Mayra Waquim, Tony Silva, Beto Vieira, Sidney Souto, Cristina Cunha, Gerson Lobo - elenco
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| Os Desencantos do Diabo é a primeira grande co-produção realizada no Brasil que envolve quatro estados do Nordeste (Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará). O espectáculo resulta do desenvolvimento de novas linguagens cénicas a partir da cultura popular ibérica no nordeste brasileiro. Visualmente forte, dada a cenografia que habita o palco, o espectáculo vive de uma envolvência ritual. Os Desencantos do Diabo, que constitui já êxito de lotação esgotada, nos últimos meses, em tournée no Brasil, passa agora por Águeda e entra directamente na galeria de honra do Festival O Gesto Orelhudo. |
| 23h00 |
Casa do Adro |
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| 13 de Julho |
sexta |
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Itizzz... Some Sing
Bernard Massuir - voz, ukelele e acordeão-baixo
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| Um homem e o seu instrumento chamado voz. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo. Um espectáculo onde o cantor-actor se debate entre o humor musical e o delicioso minimalismo. Ainda "a capella" ou já depois da magnífica aparição de monsieur "Ukelele", este músico belíssimo transporta-nos pela cena rumo à libertação musical. |
| 21h30 |
Auditório do CEFAS |
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| 13 de Julho |
sexta |
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Os Irmãos Marinnelli
Carlos Marcelino, Fernando Mota, José Carlos Garcia e Ricardo Peres - intérpretes
Serip - ilusionismo
Fernando Gomes - encenação
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| Ao longo de sessenta minutos constrói-se e destrói-se um inigualável espectáculo de variedades, com sensacionais números de cortar a respiração, envolvendo malabarismo, ilusionismo, música e movimento. Enquanto dois irmãos lutam pelo protagonismo, o terceiro esforça-se horrores para se comportar com decência circense. O brilhantismo e o humor deste espectáculo assentam na prestação dos Irmãos Marinnelli e do velhinho Asdrúbal, maestro da orquestra constituída por ele mesmo. É imprescindível, na programação deste festival, a presença do Chapitô, a companhia em Portugal com mais e melhor trabalho desenvolvido na área da fusão músico-teatral. |
| 22h45 |
Casa do Adro |
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| 13 de Julho |
sexta |
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Cabaret Lx
Gabriel Godoi - guitarra e direcção musical
Sylvie Canape - voz
Marinela - sapateado
Nuno Correia - contrabaixo
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| Espectáculo bilingue que, numa abordagem intuitiva, explora o género "cabaret". A ideia de reinventar a tradição da "chanson française" conduziu até à língua portuguesa, com as palavras de Rui Zink ou Natália Correia. Este percurso tem-se realizado com uma formação capaz de estabelecer um diálogo entre várias artes, nomeadamente a dança, o teatro e a música. Mais do que um mero espectáculo revivalista, Cabaret LX vive da emoção e a emoção, essa, nunca passa de moda. |
| 00h00 |
Cavalariças da Casa do Adro |
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| 14 de Julho |
sábado |
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Fou-Naná
António Tavares - direcção, coreografia, bailarino e ferrinhos
Adilson Lima, Célia Alturas - bailarinos
Artur Fernandes - concertina
Julinho da Concertina - concertina
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| Fou-Naná é um espectáculo inspirado na hospitalidade caboverdeana. Um jogo constante entre a música e a dança, entre a luz e a sombra. Gradualmente descobrindo gentes e ambientes, é também ele, um conflito permanente entre a contenção e a explosão de alegria, onde o corpo liberto, ganha a dimensão desse povo rebelde e teimoso, que não se cansa de lutar contra a seca persistente, onde cada gesto guarda segredos que só a concertina e o ferrinho são capazes de desvendar, rumo à explosão festiva da dança do funana. |
| 22h45 |
Cavalariças da Casa do Adro |
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| 14 de Julho |
sábado |
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Rodopis
Atanaf Hristov Hristov - acordeão, voz
Ivaro Hristov Hristov - clarinete, voz
Petar Stefanov - flauta
Plamen Ivanov - gaita pastor
Kancho Kanchev - teclado
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| Estes virtuosos instrumentistas têm a honra de encerramento do festival, num concerto prometido como verdadeiramente arrebatador. Os cativantes ritmos dos balcãs são capazes dos maiores ambientes festivos. A gaita e a flauta de pastor, o acordeão e o clarinete serão intérpretes de diabólicas melodias vindas da tradição musical búlgara, de que os Rodopis são exímios representantes. |
| 00h00 |
Cavalariças da Casa do Adro |
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