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LOST - PERDIDOS |
2ª Temporada
Prólogo
Pois
acontece que ouve uma mudança de temporada em Lost e em achei por bem que
houvesse igualmente uma remodelação dos comentários, de forma a que se
tornem, por um lado, mais fáceis de escrever para mim, e por outro que não se
tornem repetitivos. Vou passar então a explicar como passarão a ser.
Inicialmente preencherei a tabela já vossa conhecida com informação relativa
ao episódio visionado, houve apenas uma pequena alteração nos parâmetros.
Sendo assim o comentário terá um espaço inicial aproximadamente assim:
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Episódios |
Classificação das memórias |
Credibilidade dos acontecimentos |
Orçamento |
Quantidade de sangue |
Sentimentos despertados |
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Nº - Nome |
Pequena opinião sobre as
mesma |
Avaliação do racionalismo
do episódio |
Possível orçamento do
episódio |
Parâmetro em geral elevado |
Pequena reflexão interior |
Após esta tabela o comentário terá apenas mais dois
espaços, algo assim:
Acontecimento(s) a registar: referencia a algum/ns momentos
no episódio que me tenham intrigado ou marcado especialmente e que acha
importante referir e avaliar.
Apreciação geral: um ponto de vista geral sobre o episódio, as melhores e a piores
partes e a opinião sobre a totalidade do mesmo.
Sendo
assim já se encontram devidamente informados e preparados para futuros comentários.
Boas
leituras!
Rita
Teixeira
P.S. – Esta estrutura poderá sofrer alguma
alteração se eu o considerar necessário.
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1 - Man of Science, Man of Faith
Momento(s) a registar: aqui tenho mesmo que referir o inicio do episódio,
e todos os acontecimentos que envolvem a escotilha. É uma coisa tão sem
nexo. Primeiro o aspecto do interior da escotilha, uma casa perfeitamente
moderna a metros e metros de profundidade, depois o seu habitante, um
sujeito com o aspecto mais normal do mundo, pelo menos até injectar
qualquer coisa amarela em si próprio. Há ainda o clarão que
“aspira” Kate, Locke é apanhado pelo sujeito, que ainda por cima já
se tinha encontrado com Jack numa corrida de estádio. Não consigo pensar
em nada racional ou lógico que possa explicar uma coisa destas. Lamento
mas não. Apreciação final: pois acho que estas novas aparições foram muito mal concebidas. Na verdade mostram tanto de mais como de menos, ou mostravam menos ou mais, o que mostraram é que não foi bem escolhido. Na minha opinião basta para muito boa gente perder o interesse. É que todo aquele ambiente criado pela nova personagem não se adequa de forma nenhuma ao ambiente que já existia na série. Não que dizer que seja uma coisa completamente estapafúrdia, o que, por enquanto, até é, mas não se encaixa no clima da série, no enredo. É tudo mais sóbrio, mais racional, tendo em conta o pouco que há de racional quando se sobrevive à queda de um avião. É uma grave falha de encaixe na minha opinião. Para que a série volte a
merecer algum crédito terão de arranjar uma explicação muito boa, o
que não é impossível, mas muito difícil. Eu, pessoalmente, fiquei a
achar este novo enredo paralelo intragável. É que são tantas perguntas
no ar. Desde “Como é que uma escotilha enterrada pode ir dar a um
ambiente como aquele?”, até “Como é que alguém vive ali e não deu
pela queda do avião?” ou mesmo apenas “Como é que alguém vive
ali?”. Há o facto de estar quarentena escrito na porta, podemos supor
que o sujeito se encontra numa, quem sabe para estudos científicos ou
algo assim, mas não deixa de ser uma explicação estapafúrdia. E depois
ainda há o “E os indivíduos vão continuar a viver no ambiente hostil
e selvagem da ilha com todas as comodidades ali mesmo ao lado?”. Resumindo acho que na minha
opinião não foi lá grande aposta mostrarem estas cenas, ou pelo menos
apenas estar cenas, isto já passando por cima de o tal homem já se ter
encontrado com Jack, agora que penso nisso, sabe-se lá o que é que Jack
bebeu da garrafa do outro! Isto realmente… Demasiadas coisas estranhas
que me deixaram demasiado de pé atrás, pouco receptiva, tendência que
se pode inverter mas para já está difícil. Rita Teixeira |
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2 - Adrift
Momento(s) a registar: Não posso deixar de registar algo tão
importante como as saudades que Kate tem de chocolates, é simplesmente
memorável. É daquelas coisas banais do dia-a-dia que fazemos quase por
impulso sem nos darmos conta de como sentiríamos a sua falta. É que é tão
simples. Na escola, por exemplo, passa-se pelo bar/bufete, lança-se um
olhar à montra, um chocolate. Ouvimos alguém dizer que vai ao
bar/bufete, “Traz um chocolate por favor.”. E assim nos habituamos a
estas coisas de tal forma que na eventualidade de cairmos numa ilha
deserta, sobrevivendo à queda de um avião, sentimos imensa falta dos
ditos cujos. Quando os aparecem à frente até parece um sonho, começamos
por comer logo ali um, enchendo os bolsos de muitos outras para a viagem.
Isto já para não falar dos benefícios medicinais que eles nos devem
provocar. A Kate dão uma agilidade impressionante, aparentemente o seu
cheiro basta, isto porque já antes de os comer ela revela imensa
flexibilidade. Sobre o alçapão tenho
apenas a realçar o facto de Desmond, o tal individuo que a habita, estar
à espera de alguém, que lhe revelará a solução para um dos grandes
mistérios da humanidade, o que é que um boneco de neve diz para o outro.
E esta espera deve-o tornar bastante desnorteado porque não encontra
melhor sítio para fechar Kate do que na dispensa, boa escolha realmente. Apreciação final: No geral a verdade é que esta episódio não
passa de um gigantesco enchimento de chouriços. Só para terem uma
pequena noção até repetem cenas do episódio anterior durante este. A
história não avança nem uma unha negra. No entanto não posso
afirmar que se trate de uma mau episódio, na verdade gosto bastante mais
deste do que do anterior. Não fossem as primeiras cenas do episódio
anterior e eu diria até que a história vai muito bem, dentro dos padrões
normais. Mas confesso que o interior da escotilha me deixou perplexa. Não deixando de referir os
tais sujeitos da jangada, que acabam por voltar à ilha, se bem que não
sei como é que Jin chegou antes dos outros dois mas enfim, tudo há-de
ter uma explicação, por mais estúpida que seja. Daqui queria apenas
partilhar uma dúvida minha, os tubarões não andam mais ou menos em
grupo? Então, sendo que são atraídos pelo sangue, não deveriam ter
chegado mais quando Michael alvejou um deles espalhando sangue por todo o
lado? Pronto, o episódio foi
girinho é verdade, com uma sequencia muito melhor escolhida do que no
anterior sem duvida. E já agora, eles foram dar a uma outra zona da ilha
certo? Ou os tais outros já estão muito perto de todos os sobreviventes? Rita Teixeira |
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Very important to me
Are my friends and family.
I like them all
And they like me.
I don’t have brothers
And sisters, too
But I have my parents
And you.
My friends are the best
The best of the world
And their heart
Is made of gold.
Without my friends and family
I would be very sad
But they are there
So it’s not bad.
I know that there is
Children without friends and family
Fortunately I have
And I’m very happy.
Rita e Susana
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