Impressionismo

A génese deste movimento situa-se entre 1860 e 1870 com o aparecimento do Impressionismo, em que um grupo de artistas se decide opor à rigidez plástica e formal do Romantismo e do academismo. Estes jovens tentaram então captar na natureza o instante luminoso e fugidio (tal como uma fotografia). Esta foi uma pintura fluida e aérea por poder variar, segundo a hora do dia, a estação do ano, o estado do tempo, etc.

          

 

Neste movimento, foi usado um método que se queria racional e objectivo, captando na natureza, apenas o que ela mostrava, mas ao mesmo tempo, passando para a tela, uma interpretação pessoal, emotiva, expontânea, intuitiva, ou seja, algo que viria da alma naquele momento, culminando num mundo de emoções e sensações plásticas.

          

 

Dos muitos factores que influenciaram este movimento, são de destacar os seguintes: o aparecimento da fotografia, que contribuiu com novos enquadramentos e novas noções de perspectiva como o ponto de vista aéreo.

 

                                    

 

As estampas japonesas: pela sua linearidade, falta de profundidade, volumetria e claro-escuro, que levaram os artistas a uma maior simplificação das suas obras.

                                                 

Avanços técnicos, como a produção de tintas em tubo, que permitiram uma aplicação directa da tinta na tela, e ainda avanços científicos, nos campos da óptica, física, etc.

Estes artistas foram apelidados de Impressionistas, pelo crítico Leroy, aquando da observação da obra de Claude Monet, “Impressão Sol Nascente”.

 

Com esta introdução, será agora mais fácil compreender o Neo-Impressionismo e as características a ele implícitas. O Neo-Impressionismo, foi criado por Seurat, que juntamente com outros artistas, procurou uma evolução do Impressionismo em direcção ao rigor.

 

 

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