"a Maljoga é um cantinho de paraíso, que em nenhum outro sítio do mundo podemos encontrar"

Obrigado, Nuno, pelas suas palavras encorajadoras!

Estamos a tentar animar esse "cantinho do paraíso"... 

Contamos com todos os maljoguenses para não deixar morrer esta ideia... e a melhor forma é a inscrição como sócio e a participação nas actividades, sempre que possível...

A Direcção

Olá a todos os que conhecem e adoram a Maljoga, tanto como eu.

Como também eu pertenço a esta pequena aldeia, na qual tenho família, mais que tudo os meus avós, e também muitos amigos, foi com uma grande alegria que fiz uma pesquisa na internet por Maljoga (a qual por várias tentativas anteriormente nunca tinha resultado) e constatei que aquele cantinho de paraíso estava aqui, nesta página. É verdade, a Maljoga é um cantinho de paraíso, que em nenhum outro sítio do mundo podemos encontrar. Recordo-me desde sempre do Poço da Cova, onde aprendi a nadar e onde por muitas vezes ia morrendo afogado, das pessoas, das coisas boas que esta terra tem, os amigos, os verões que são uma alegria, e que tanto sono me fizeram perder, de tudo. Obrigado a quem fez este cantinho sobre a Maljoga, estão de Parabéns!

 

Nuno Silva (Neto do Amaro e Lurdes Mateus)

 

 

O "Longe" se faz perto... para quem gosta da nossa terra...

Assim é... Estamos longe e bem perto uns dos outros. A Maljoga fica aqui mesmo e é sempre bom ouvir "Vozes da nossa terra..."

Quem quiser conhecer melhor a actividade do Assis no Brasil clique aqui em 

Oi Amigos , Bom Dia...!!!


Meu nome é Assis e resido aqui no Brasil.
Minha mãe é natural da Maljoga , é filha de José Alves Mateus (Ti Polícia ) e Maria Nunes Trindade... O nome dela é Alexandrina F. Trindade Mateus da Silva (Dina).
Já tive a felicidade por mais de uma vez de passar as férias aí na Maljoga. É uma alegria sem tamanho que passamos de geração a geração... Já levei a minha filha mais velha aí em 1999 e pretendo voltar com a mais nova também... Sempre fico na casa da minha Tia Elvira e do meu Tio Alfredo... Adoro Portugal e o ambiente das aldeias...
Obrigado e parabéns pelo site...

Maljoga Forever....


Assis Silva

 

 

 

COM LETRAS MAIÚSCULAS

Com a devida vénia transcrevemos aqui um artigo de Manuel Serrão in Lux  sobre alguém de quem é difícil falar por se tratar de alguém muito querido da nossa terra.

Como alguns ainda não se aperceberam de quem se trata, de forma muito familiar, direi que é filho do nosso Sócio n.º 1 - fundador da nossa Associação - O Sr. António Alves.

O próprio Fernando Alves é sócio e também ele colaborou na lançamento da Associação.

Quem quiser confirmar o quanto não é de mais o afirmado pelo articulista bastará ligar-se à TSF...

O programa  Terra a terra pode ser ouvido aos Sábados às 09:05

Ligue-se aqui à TSF

 

 

 

 

O que dizem

(...) Fernando Alves - O Poeta. Poeta, pois a entoação que dá às palavras mostram um homem apaixonado pela Rádio, tendo já confessado que por ela dava a vida".

 

O que eu gosto no Fernando Alves é a paixão da Rádio. Exactamente o slogan que ele inventou para a TSF, no meio de muitos, tantos, outros. O Globo de Ouro para a Personalidade da Rádio que acabou de receber na festa da SIC, é sinal que os portugueses não estão surdos. Pelo menos os que votaram e os que integraram o júri de selecção que o nomeou. Pertencem certamente àquele grupo de pessoas que, como eu, já tiveram bastas vezes a oportunidade de experimentar essa sensação da emoção, que entra por um ouvido sem sair pelo outro. A sua inconfundível voz não calaria tão fundo se não fosse como é, portadora de sentidos e transportadora do que faz sentido no coração ter tradução na casa da Rádio. Todo o jornalista, mas sobretudo o jornalista da rádio, tem a obrigação de ser um descodificador. O estilo de Fernando Alves funciona assim como deve ser, tratando terra a terra todos os assuntos, sejam eles terrenos ou espirituais. Com a presença de espírito que torna o subdirector da TSF o homem mais querido de todos os estagiários e colegas de estação, da telefonista ao editor mais macambúzio, este senhor da rádio portuguesa, que começou aos dezasseis anos em Benguela, chega ao seu posto de trabalho às seis da manhã e, quinze minutos depois, tem os sinais resolvidos. O seu corpo carrega 45 anos de uma vida bem vivida e bem bebida (adora estar no café a beber o mar, como sabem os seus íntimos) e não pode estar em todo o lado. Mas a voz e o espírito que a anima fazem estragos, no bom sentido, onde menos o esperam. Ainda recentemente, num Terra a Terra, (esse fantástico portfólio de portugueses e de Portugal, que é tão dele, como pode ser de alguém um programa de rádio) realizado em Proença a Nova, onde não pôde estar fisicamente, pôs toda a gente a chorar à volta da mesa que concentrava as forças vivas da terra. Três minutos, três longos e densos minutos, gravados a partir das recordações da sua infância na terra, emocionaram até às lágrimas um vasto auditório, onde se contava uma senhora que telefonou do Porto a dizer que não descansa enquanto lá não for e uma outra, de Castelo Branco, que confessou em directo que nunca tinha ouvido uma coisa tão bonita sobre a terra dela. É pai de duas filhas, sendo que a mais velha, Miriam de seu nome, é jornalista da SIC e já tem um livro publicado no Círculo de Leitores. Que o Fernando já devorou como devora milhares de jornais e revistas, em Lisboa ou a caminho de Maljoga, a aldeia dos pais na Beira Baixa, onde bem poderia ver o seu Benfica, a avaliar pelos últimos jogos dos encarnados. Por estas e por outras é que A Voz, como poderiam tratá-lo na TSF, é também uma enciclopédia ambulante. Sempre que alguém quer saber o título do livro mais famoso do poeta que acaba de morrer ou do escritor sul-americano que ganhou o Nobel há trinta e tal anos, o Fernando sabe. A delicadeza dos assuntos que trata em antena e a forma contundente, emocionante, mas igualmente séria e elegante como os aborda e escreve, fazem com que o Fernando seja o Alves das luvas de pelica que a TSF só se pode orgulhar de ter em cartaz.
No dia em que resolver descansar a adrenalina acumulada em milhares de horas de emissões, os dias da Rádio nunca mais serão os mesmos. Longa vida ao camarada Fernando Alves e aos seus Sinais exteriores de emoção.

Manuel Serrão, in Lux

 

 

COM LETRAS MAIÚSCULAS

Foi com grande alegria que recebemos neste Natal de 2003 a visita do nosso sócio (n.º 88), conterrâneo e amigo Álvaro Fernandes - filho do ti Sebastião (já falecido) e da ti Neves.

Desde 1976 que organizou a sua vida no Brasil onde fundou a sua empresa - "Álvaro Representações Lda." que, apoiando-se em procedimentos sólidos de Seriedade, Honestidade, Qualidade e Agilidade no atendimento aos seus clientes, afirmou o seu lugar comercial em toda a região de Belo Horizonte.

Lutou e venceu no Brasil, tendo obtido o 1.º lugar em Representação Comercial em 2001 em Minas Gerais.