Obrigado, Nuno, pelas suas palavras encorajadoras! Estamos a tentar animar esse "cantinho do paraíso"... Contamos com todos os maljoguenses para não deixar morrer esta ideia... e a melhor forma é a inscrição como sócio e a participação nas actividades, sempre que possível... A Direcção |
Olá a todos os que conhecem e adoram a Maljoga, tanto como eu. Como também eu pertenço a esta pequena aldeia, na qual tenho família, mais que tudo os meus avós, e também muitos amigos, foi com uma grande alegria que fiz uma pesquisa na internet por Maljoga (a qual por várias tentativas anteriormente nunca tinha resultado) e constatei que aquele cantinho de paraíso estava aqui, nesta página. É verdade, a Maljoga é um cantinho de paraíso, que em nenhum outro sítio do mundo podemos encontrar. Recordo-me desde sempre do Poço da Cova, onde aprendi a nadar e onde por muitas vezes ia morrendo afogado, das pessoas, das coisas boas que esta terra tem, os amigos, os verões que são uma alegria, e que tanto sono me fizeram perder, de tudo. Obrigado a quem fez este cantinho sobre a Maljoga, estão de Parabéns!
Nuno Silva (Neto do Amaro e Lurdes Mateus) |

Assim é... Estamos longe e bem perto uns dos outros. A Maljoga fica aqui mesmo e é sempre bom ouvir "Vozes da nossa terra..." Quem quiser conhecer melhor a actividade do Assis no Brasil clique aqui em |
Oi Amigos , Bom Dia...!!!
Maljoga Forever....
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Com a devida vénia transcrevemos aqui um artigo de Manuel Serrão in Lux sobre alguém de quem é difícil falar por se tratar de alguém muito querido da nossa terra. Como alguns ainda não se aperceberam de quem se trata, de forma muito familiar, direi que é filho do nosso Sócio n.º 1 - fundador da nossa Associação - O Sr. António Alves. O próprio Fernando Alves é sócio e também ele colaborou na lançamento da Associação. Quem quiser confirmar o quanto não é de mais o afirmado pelo articulista bastará ligar-se à TSF... O programa Terra a terra pode ser ouvido aos Sábados às 09:05 Ligue-se aqui à TSF
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O que dizem (...) Fernando Alves - O Poeta. Poeta, pois a entoação que dá às palavras mostram um homem apaixonado pela Rádio, tendo já confessado que por ela dava a vida".
O que
eu gosto no Fernando Alves é a paixão da Rádio. Exactamente o slogan
que ele inventou para a TSF, no meio de muitos, tantos, outros. O Globo de
Ouro para a Personalidade da Rádio que acabou de receber na festa da SIC,
é sinal que os portugueses não estão surdos. Pelo menos os que votaram
e os que integraram o júri de selecção que o nomeou. Pertencem
certamente àquele grupo de pessoas que, como eu, já tiveram bastas vezes
a oportunidade de experimentar essa sensação da emoção, que entra por
um ouvido sem sair pelo outro. A sua inconfundível voz não calaria tão
fundo se não fosse como é, portadora de sentidos e transportadora do que
faz sentido no coração ter tradução na casa da Rádio. Todo o
jornalista, mas sobretudo o jornalista da rádio, tem a obrigação de ser
um descodificador. O estilo de Fernando Alves funciona assim como deve
ser, tratando terra a terra todos os assuntos, sejam eles terrenos ou
espirituais. Com a presença de espírito que torna o subdirector da TSF o
homem mais querido de todos os estagiários e colegas de estação, da
telefonista ao editor mais macambúzio, este senhor da rádio portuguesa,
que começou aos dezasseis anos em Benguela, chega ao seu posto de
trabalho às seis da manhã e, quinze minutos depois, tem os sinais
resolvidos. O seu corpo carrega 45 anos de uma vida bem vivida e bem
bebida (adora estar no café a beber o mar, como sabem os seus íntimos) e
não pode estar em todo o lado. Mas a voz e o espírito que a anima fazem
estragos, no bom sentido, onde menos o esperam. Ainda recentemente, num
Terra a Terra, (esse fantástico portfólio de portugueses e de Portugal,
que é tão dele, como pode ser de alguém um programa de rádio)
realizado em Proença a Nova, onde não pôde estar fisicamente, pôs toda
a gente a chorar à volta da mesa que concentrava as forças vivas da
terra. Três minutos, três longos e densos minutos, gravados a partir das
recordações da sua infância na terra, emocionaram até às lágrimas um
vasto auditório, onde se contava uma senhora que telefonou do Porto a
dizer que não descansa enquanto lá não for e uma outra, de Castelo
Branco, que confessou em directo que nunca tinha ouvido uma coisa tão
bonita sobre a terra dela. É pai de duas filhas, sendo que a mais velha,
Miriam de seu nome, é jornalista da SIC e já tem um livro publicado no
Círculo de Leitores. Que o Fernando já devorou como devora milhares de
jornais e revistas, em Lisboa ou a caminho de Maljoga, a aldeia dos pais
na Beira Baixa, onde bem poderia ver o seu Benfica, a avaliar pelos
últimos jogos dos encarnados. Por estas e por outras é que A Voz, como
poderiam tratá-lo na TSF, é também uma enciclopédia ambulante. Sempre
que alguém quer saber o título do livro mais famoso do poeta que acaba
de morrer ou do escritor sul-americano que ganhou o Nobel há trinta e tal
anos, o Fernando sabe. A delicadeza dos assuntos que trata em antena e a
forma contundente, emocionante, mas igualmente séria e elegante como os
aborda e escreve, fazem com que o Fernando seja o Alves das luvas de
pelica que a TSF só se pode orgulhar de ter em cartaz. Manuel Serrão, in Lux |

Foi com grande alegria que recebemos neste Natal de 2003 a visita do nosso sócio (n.º 88), conterrâneo e amigo Álvaro Fernandes - filho do ti Sebastião (já falecido) e da ti Neves. |
Desde 1976 que organizou a sua vida no Brasil onde fundou a sua empresa - "Álvaro Representações Lda." que, apoiando-se em procedimentos sólidos de Seriedade, Honestidade, Qualidade e Agilidade no atendimento aos seus clientes, afirmou o seu lugar comercial em toda a região de Belo Horizonte. Lutou e venceu no Brasil, tendo obtido o 1.º lugar em Representação Comercial em 2001 em Minas Gerais. |