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Na generalidade, a configuração do corpo dos peixes aproxima-se da fusiforme, que é a forma ideal para deslocação no meio aquático. No entanto, a adaptação das diferentes espécies ao respectivo habitat natural, provocou inúmeras variações deste tipo de forma ideal: por exemplo, os escalares e os discos, peixes que habitam cursos de água lentos, no meio de grande quantidade de ramos de árvores submersos, apresentam o corpo comprimido lateralmente e circular, o que lhe permite manobrar rapidamente no meio destes obstáculos; Os peixes que vivem junto ao fundo e que se alimentam de vermes e de detritos orgânicos têm geralmente o corpo estreito e alongado, de maneira a poderem procurar alimento em locais inacessíveis a outras espécies.
Dividem-se em pares e ímpares. As barbatanas pares são as peitorais e as ventrais. As ímpares são a dorsal, a anal e a caudal. Algumas espécies apresentam uma pequena barbatana sem raios entre a dorsal e a caudal, a que se chama barbatana adiposa.
A cor dos peixes é devida à presença sob as escama de umas células de forma estrelada chamadas cromatóforos. Estas células de paredes extremamente elásticas apresentam coloração variável consoante o pigmento que possuem. A cores básica são o vermelho, o laranja, o amarelo e o preto. A cor pode variar com a disposição do peixe, com a hora do dia e até com a fase da vida. |