INÉDITO SENTIDO

Só escrevo ... ao meu sentir de  alma! ...

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A flor Dor Onde irá parar o meu país?
Ai que saudades Errar é humano O sonho do poeta
Ao brilho dos cristais Eu sei, eu vi, eu estive lá... O telefone está chorando
Ao Divino eu  confessar Falar com Deus... Os passarinhos
Ao sim, sim! ... Ao não, não!... Fonte da Telha Poesia Livre
As grades da solidão Humano Quadras e versos soltos I
Ambiente conspurcado Junto ao mar Saber estar
Amor Lazer matinal Sardinha e sardinhada
Amora a concelho sem demora Liberdade Ser feliz
Boa Cura Mãe! ... Sol criador
Bom fim de semana No silêncio da noite Tem sabor e sabe a mar
Bom juízo O Amor de Camões Vidas empobrecidas
Chamadas anónimas O Antes, o agora, o depois  
Chega a hora e vem dizer O meu sentir  
Com ela eu meditei O meu silêncio  

Obra registada no Ministério da Cultura - IGAC - Proc. nº 5693/2005