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-Doenças
Caso você dê aos seus Lebistes todas as condições para que eles vivam bem,
raramente acontecerá problemas de doença em sua criação.
Os Lebistes são muito resistentes, mas como todo organismo vivo, está
sujeito a várias doenças se alguma coisa errada estiver acontecendo no seu
aquário, como quedas bruscas de temperatura, excesso de alimento, escassez
de plantas, etc.
As doenças mais comuns são:
Íctio:
Pontos brancos que aparecem na pele do peixe. É parasitária, e só ataca
quando a temperatura está muito baixa, ou quando o peixe esta muito
debilitado, por isso a qualquer sinal de íctio, faça o seguinte: eleve a
temperatura a 28°C e mantenha-a estável, aplique um anti-íctio de acordo com
a bula e separe os peixes donentes em aquários individuais com a mesma água
do aquário em que eles estavam.
Nadadeiras Roídas:
Devido a alta quantidade de melanomas e células cromatóforas na caudal e na
dorsal destes peixes elas são mais propensas a instalações de bactéria
nestes locais.
Isole o peixe em um aquário menor e aplique mercúrio-cromo direto
no local afetado, mantendo a temperatura alta (28ºC).
Fungos:
As doenças causadas por fungos são várias, e geralmente causadas por
ferimentos na pele ou por deficiências vitamínicas que enfraquecem o visgo
na pele. Geralmente os fungos formam tufos como algodão ou manchas brancas e
para tratar aumente previamente a temperatura do tanque e aplique
mercúrio-cromo no local afetado.
No mais, fique de olho no comportamento, nas cores ou no formato do peixe;
cuide bem também da alimentação do peixe e sua criação estará livre de
certos inconvenientes.
Estou tentando descobrir quais espécies podem ser colocadas com lebistes.Mas
eu não recomendo coloca-los com tricogaster e nem com peixe espada.Estou
achando que podem ser colocados com colisas lalias.Se você desejar
coloque-os com neon,mas colocando com eles as caudas dos lebistes nunca
ficarão perfeitas.
Guppy - Lebistes reticulatus
Origem - Norte da América do Sul
Comprimento - Macho 3 cm e fêmea 6 cm.
Água - Limpa e ligeiramente alcalina; 21-30º C
Diformismo Sexual - Macho mais colorido, de menor tamanho e com gonopódio.
Coloração - As espécies selvagens são castanhas acinzentadas. As variedades
seleccionadas têm as mais variadas cores e formas de barbatanas.
É indiscutivelmente o peixe mais popular na aquariofilia. E tem boas razões
para isso: é resistente, pequeno, pacífico. colorido e de reprodução mais
que fácil. Bastantes aquariófilos dedicam-se totalmente aos Guppys,
desenvolvendo variedades com as mais diversas colorações e formas de
barbatanas (lira, véu, espada, etc.). Reproduz-se pelo menos uma vez por
mês.
A hereditariedade do Guppy
O "segredo" para criação científica de animais e peixes reside nos
princípios a hereditariedade estabelecidos por Gregor Mendel há mais de 100
anos. Apesar de Mendel ter baseado suas afirmações em estudos sobre
ervilhas, este mesmo princípios podem ser aplicados para plantas e animais.
Um dos melhores exemplos da aplicação deste princípio é a transmissão
hereditária da coloração dourada do Guppy.
Quando um Guppy dourado macho acasala com uma fêmea comum cinza ou quando um
Guppy dourado fêmea é acasalada por um macho comum cinza, somente são
gerados filhos e filhas comuns e ambos cinza.
A representação gráfica abaixo, estuda o método para a previsão dos
resultados de cruzamentos entre casais que diferem em um aspecto hereditário
como a coloração dourada.
Fêmea Douradagg Macho ComumGG
Vamos estabelecer a fêmea dourada como dois g minúsculos porque o dourado,
como se verá, é recessivo em relação ao cinza.
Vamos estabelecer o macho cinzento com dois G maiúsculos porque o cinza é
dominante em relação ao dourado.
Logo, na primeira geração (F1) será:
Filhas CinzentasGg Filhos CinzentosGg
Observe-se que a constituição da prole cinzenta, tanto filhos como filhas,
da primeira geração é Gg o que significa que eles possuem fator hereditário
ou gene, sendo um recessivo (g) e um dominante (G).
Apesar do fato de ambos serem Gg, eles parecem ser GG, isto é, ambos são
cinzas. Isto acontece porque o G é dominante em relação ao g.
Na realidade, isto significa em termos genéticos que o cinza é dominante em
relação ao dourado, conforme já falamos acima.
Quando dois Guppies cinzentos da primeira geração (F1) criados como irmão e
irmã, Gg x Gg, as recombinações conseqüentes de suas várias possibilidades
hereditárias resultam em:
1. Os ovos ou óvulos produzidos pela irmã (F1) Gg terão um ou outro gene de
cor : uma unidade hereditária G ou g.
2. Os espermatozóides produzidos pelo irmão (F1) também terá G ou g.
Como os genes G e g se combinarão para produzir os tipos de cores na segunda
geração podem ser expressos no gráfico abaixo:
Ovo de (F1)G Fêmea CinzentaG
Esperma de Macho cinzento (F1) G 1 - GGCinza 3 - GgCinza
g 2 - GgCinza 4 - ggDourado
Visto que os itens 1, 2 e 3 são GG, Gg e Gg e são cinzentos, isto significa
três Guppies cinzentos na (F2) ; o item 4 (gg) representa um dourado.
Deste modo, a proporção hereditária típica de 3 cinzentos para 1 dourado é
demonstrada entre os membros da segunda geração.
Se alguém pudesse remover as centenas de minúsculos melanóforos
habitualmente presentes em uma fêmea cinzenta selvagem ou mesmo se alguém
pudesse, por algum processo químico, reduzir o número de grânulos de
pigmentos pretos radicalmente, este alguém teria criado uma variedade de
dourados.
No entanto, desconhecemos qualquer processo químico capaz de fazer tal
proeza sem matar o Guppy e nem evitar o risco de uma alteração hereditária
ou mutação.
O Guppy Dourado (g) mutante teve reduzido o número de melanóforos em mais ou
menos 50%. Quando o número de células de pigmentação preta na pele do Guppy
for reduzida à metade, as células de pigmentação amarela, que sempre
estiveram lá, ficarão à mostra.
Curiosamente, os melanóforos que permanecem no Guppy dourado são
ligeiramente maiores do que o tipo normal, mas sendo relativamente poucos.
Eles são incapazes de esconder a coloração amarela subjacente.
A cor amarela no Guppy dourado é tornada possível pela presença de muitas
células amarelas que contêm uma substância semelhante à Xantina.
Quando os geneticistas de uma determinada universidade americana cruzaram um
tipo selvagem de Guppy com um dourado, eles obtiveram uma prole de 257 na
primeira geração, sendo todos eles cinzentos como seu pai selvagem. Aí, eles
cruzaram irmão com irmã, conseguindo 230 cinzentos e 74 dourados na segunda
geração.
Os resultados acima convenceram os especialistas de que o Guppy dourado é
recessivo simples Mendeliano.
Para a "prova dos nove" vamos fazer alguns cálculos: se somarmos os peixes
obtidos na segunda geração temos : 230 + 74 = 304.
Admitindo-se que a proporção ideal de 3 para 1 deveria ser alcançada na
população da segunda geração, então, na base de 304 indivíduos deveria haver
228 cinzentos e 76 dourados. Se compararmos com o número esperado
teoricamente de cinzentos e dourados (228 contra 76) os resultados obtidos
(230 contra 74) são bastante próximos.
Se o colega criador ainda não fez a experiência com o Guppy dourado, já pode
fazê-lo e prever o resultado.
O que você precisa para iniciar sua criação
Este artigo tem como objetivo mostrar ao iniciante o que ele precisará para
começar sua criação. Os cuidados básicos descritos visam uma criação de
caráter mais sério, com vistas ao aprimoramento de linhagens.
Matrizes
Procure sempre adquirir suas matrizes de linhagem pura. Este cuidado evitará
perda de tempo no desenvolvimento de linhagens de má qualidade.
Começe sua criação com poucos peixes. Duas linhagens é o ideal .
Adquira sempre no mínimo 2 trios de cada linhagem para que você consiga
efetuar o line breeding.
Aquários
Para você criar uma linha, é necessário que se tenha no mínimo 7 aquários.
A figura abaixo ilustra o esquema de criação, caso o criador adquira por
exemplo 1 trio de matrizes (1 macho e duas fêmeas):
Os aquários utilizados para as matrizes poderão ser em torno de 15 litros.
Para aquários maternidade, utilize aquários de 25 litros. Estes aquários
serão utilizados para a fêmea dar a luz e manter os filhotes até a idade de
30 dias.
Após os 30 dias, devemos separar os filhotes em dois grupos, machos e fêmeas
e colocá-los em seus respectivos aquários. Estes devem ser de 40 litros ou
mais.
Não super-povoe seus aquários.
Filtros
O filtro a ser utilizado é o interno.
Você poderá utilizar a marca Brasil número 2.
O filtro deverá ter uma camada no fundo de dolomita branca para servir de
lastro e manter o filtro no fundo e ajudar a alcalinizar a água. Em cima da
dolomita, coloque uma camada de lã perlon. Se não houver lã perlon
disponível, uma alternativa seria espuma de cor branca densidade 20.
Aeração
Para um número pequeno de aquários, utilize compressores pequenos, vendidos
em lojas de produtos para aquários.
Se o número de aquários for aumentando, pode ser interessante ter um
compressor maior ou uma turbina e montar o sistema de distribuição de ar
para os aquários com tubulação de PVC.
Alimentação
A alimentação básica do guppy consiste em comida seca (ração em flocos) e
naúplios de artêmia.
Dê preferência a rações de primeira linha. Verifique se a quantidade de
proteínas contida no alimento não seja inferior a 45%.
É importante oferecer naúplios de artêmia aos peixes, principalmente aos
filhotes nos primeiros 4 meses de vida. Dificilmente você consiguirá êxito
na criação sem a utilização deste alimento.
Alimente seus peixes 4 vezes ao dia. Exemplo 7, 12, 18 e 20 horas.
Varie a alimentação.
De os naúplios de artêmia de 20 a 30 minutos após ter oferecido ração.
Aquecimento
Como no caso dos compressores de ar, quando se tem um número pequeno de
aquários, pode-se utilizar termostatos individuais. O termostato de marca
Visi-Term é uma excelente opção embora seu preço seja um pouco alto.
Quando o número de aquários começa a crescer muito, aquecer o ambiente onde
eles se encontram é mais vantajoso.
Considerações Finais
Além dos itens mencionados acima, você necessitará de material básico para o
manejo diário.
Mangueiras para montagem dos filtros, mangueiras para sifonagem e trocas de
água, redes para manipulação dos peixes e etc.
É sempre bom ter aquários auxiliares ou vazilhames onde se possa colocar
provisóriamente os peixes caso haja necessidade de retira-lós do aquário.
Outro item também importante é o local de colocação dos aquários.
Procure utilizar estantes ou prateleiras de material resistênte a água.
Evite as estantes de "aço" encontradas em loja de material para escritório.
Com o tempo ela e dão um aspecto muito feio a sala de criação.
Eu estou fazendo experiências com prateleiras montadas com suportes
especiais que suportam peso de até 280 quilos. Ficaram muito resistêntes e
são bastante discretas. A vantagem de se utilizar prateleira é que você fica
com espaço livre entre a primeira prateleira e o chão, podendo colocar por
exemplo, reservatórios para descançar a água logo abaixo das prateleiras
(dependendo da altura que será colocada a primeira prateleira. As minhas
foram instaladas com a altura mínima de 95 cm do chão).
Espero que as informações acima sejam úteis.
Se você precisar de maiores detalhes a respeito de algum dos itens acima,
entre em contato e eu terei o maior prazer em esclarecer suas dúvidas
Tirado de Guppy Santos Brasil
Atualmente fica difícil de localizar exatamente o hábitat originário do
LEBISTE, mas todos os autores concordam que seria no norte da América do
Sul, abrangendo as Ilhas de Trinidad, Tobago e Barbados, Venezuela,
Suriname, as Guianas e norte do Brasil.
Depois de mais de um século de glórias nos mais diversos campos de estudos,
o guppy já foi espalhado por praticamente todos os continentes do globo e
invariavelmente nas suas mais belas formas selváticas.
Aqui no Brasil, o LEBISTE já existia no norte do país, porém foi disseminado
por todo o território, pelo extinto Serviço Nacional de Educação Sanitária
do Ministério da Saúde, para combater as larvas de mosquitos transmissores
da malária e febre amarela(1930).
Segundo o trabalho do sanitarista Dr. Abelardo Marinho, o larvófago deveria
ser pequeno, para que o guppy fizesse um trabalho bem sucedido.
Devido a sua extrema adaptabilidade, o Lebiste é encontrado nos mais
diversos lugares: nas nascentes límpidas do rio Tiête, em Salesópolis, bem
como no seu percurso, quando já entra no extremo leste da cidade de São
Paulo, onde o rio é quase morto. Eles existem em grandes quantidades na orla
marítima, isso pode ser observado nos municípios de Santos e São Vicente.
Adaptação de novos peixes
Devemos observar alguns cuidados básicos referentes a adaptação de novos
peixes em nossos
aquários. Abaixo, está um roteiro para uma adaptação segura dos peixes em
seu novo habitat,
minimizando o risco de choque.
Sempre que recebo novos peixes em minha criação, sigo exatamente os
procedimentos descritos
abaixo, tendo sucesso total na adaptação dos peixes evitando assim a
mortalidade dos mesmos.
Preparação
Ao receber os peixes, abra a embalagem com cuidado e verifique se todos
estão vivos.
Caso algum peixe esteja morto, não abra o saquinho onde ele se encontra,
pois na maioria das
vezes os criadores garantem a sobrevivência dos peixes enquanto a embalagem
não for aberta.
Comunique o ocorrido imediatamente ao criador que forneceu os peixes, e ele
o orientará sobre
o que fazer.
Estando todos os peixes em perfeito estado (vivos), começe o processo de
adaptação.
Passo 1
Abra as embalagens (saquinhos com os peixes) e despeje a água junto com os
peixes em um
recipiente; potes de sorvete de 2 litros são muito apropriados . Se você
comprou por exemplo,
2 trios, um H/B AOC e outro Gold Red, coloque o trio H/B AOC em um dos
recipientes e o trio
Gold Red em outro recipiente. Deixe os peixes descansando por cerca de 1
hora.
Passo 2
Após completar o período de descanso, deve-se retirar água do aquário onde
irão ficar os novos
peixes, e ir completando a água do recipiente de descanso como descrito no
passo 1, até que
quantidade de água contida no recipiente dobre. Este processo deverá ser
feito em 1 hora.
A colocação da nova água no recipiente, deve ser feita em espaços de tempo
regulares, por
exemplo, 20 % do volume total da água a ser colocada no recipiente em
invervalos de 12 minutos.
Este processo é importante pois os peixes se adaptarão com as novas
características químicas da
água, de modo progressivo, eliminando assim o risco de choque devido a
mudança de PH/DH e
temperatura.
É importante também verificar se a temperatura da nova água é equivalente a
temperatura da água
do recipiente de descanso.
Outro dado importante: sempre que pretendermos adquirir novos peixes,
devemos preparar um
áquario com antecedência. Assim a água estará descansada e livre de cloro.
Passo 3
Após você dobrar a quantidade de água do recipiente onde estão os peixes,
jogue fora metade
da água contida no recepiente e repita os precedimentos do passo 2
novamente.
Passo 4
Concluídos os passos 1 e 2, os peixes estarão prontos para serem
transportados para sua nova
morada.
Após a colocação dos peixes no aquário definitivo, é normal observarmos os
peixes um tanto
amoados, parados em um canto do aquário.
Eles ficam um pouco assustados por causa da mudança de ambiente. Este
comportamento
deverá permanecer por alguns dias.
A alimentação é um item importante na adaptação, pois neste período é normal
que os peixes
recusem comida seca (ração), ficando assim debilitados, sucetíveis a
doenças.
Portanto, devemos oferecer-lhes alimento vivo (artêmias) e ir inserindo a
ração aos poucos
para que eles se acostumem.
Eu particularmente não faço todos os passos,não tenho paciência.E no tempo
de mais ou menos 2 dias eles estarão perfeitos no aquário.Sempre que for
fazer criação de lebistes,tenha um aquário de bom tamanho(dependendo do
tamanho,limite a quantidade de lebistes) e possua
bomba,aquecedor,termômetro,plantas no aquário,filtros e pedras no fundo(não
é qualquer pedra q eu se acha no meio da rua!)
O sistema de reprodução do Guppy
Achamos bastante interessante conhecermos, um pouco mais, sobre este peixe
que tanto prazer proporciona em cria-lo.
Os órgãos sexuais do macho ( gonopódio ) e da fêmea ( cloaca ) são bem
definidos e fácies de serem vistos, ainda mais quando entram em "ação" .
O gonopódio do macho é a modificação da nadadeira anal a qual se torna mais
alongada, é formada por nove raios da nadadeira original , tendo uma borla
com uma farpa para trás na extremidade do terceiro raio.
O gonopódio se localiza à frente do orifício urogenital e também à frente
deste orifício existem duas nadadeiras pélvicas. A este conjunto forma um
tubo através da qual os elementos fertilizantes são transmitidos à fêmea.
Este tubo não é oco como muita gente pensa. Os espermatozóides manten-se em
grupos fechados no interior de globo denominado espermatófaro.
A ação de transferência do esperma para fêmea é tão rápida que o olho humano
é incapaz de acompanha-la. Os espermatófaros são lançados no orifício
genital da fêmea e assim que se encontra no interior , desloca-se para o
oviduto.
A formação dos óvulos no organismo da fêmea é semelhante a do esperma: parte
das células primitiva se divide e, depois da segunda divisão são formados os
óvulos. O número de óvulos formados constituem o fator decisivo quanto ao
número de filhotes a nascer.
O esperma fica situado no ovário da fêmea onde espera pelo aparecimento do
primeiro grupo de óvulos. O grupo seguinte de óvulos não amadurecerá
enquanto o primeiro não tiver abandonado o oviduto sob forma de ovos
eclodidos e que, ao serem lançados fora da fêmea, se transformarão, em
fração de segundo em um alevino vivo.
Uma vez ocorrido o primeiro nascimento um novo grupo é liberado, fecundando,
e inicia, então, um novo processo de maturação.
Estudos e pesquisas mostraram que o esperma de um macho é capaz de fecundar
óvulos da fêmea por oito messes após a primeira fecundação pelo macho.
Muitas vezes adquirimos um casal de Guppies e, por acaso, o macho morre. Se
ele tiver fecundado a fêmea quer dizer que ela produzirá alevinos durante
oito meses seguidos. Caso, porém, se queira interromper este processo, basta
colocar outro macho em contato com a fêmea que estiver prestes a dar a luz.
Se o macho fecunda-la até o quinto dia prevalecerá o novo esperma.
O período de gestação da fêmea é entre 22 e 28 dias de acordo com a
temperatura, Quanto mais calor menos é o tempo de gestação e quanto mais
frio maior é a gestação.
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