Tripulação Mensagem n.º 15  Home Up

DIVULGAÇÃO

 

 

 

 

 

Gratidão

 

Mais uma vez te agradecemos, a participação neste trabalho de reflexão, da problemática da existência na perspectiva do jovem em geral. Foste sem dúvida uma energia propulsionadora desta tarefa a que nos propusemos, esperamos que com as nossas reflexões à luz da Doutrina Espírita, ter-te dado uma visão da vida mais positiva.

Obrigado.

 

Esclarecimento

 

Como não podia deixar de ser, sendo a Doutrina Espírita a nossa base de apoio, procuramos, duma forma muito resumida, divulgar os seus princípios, origem e livros base.

 

 

O que é Espiritismo?

 

É o conjunto de princípios e leis, reveladas pelos Espíritos Superiores, contidas nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.

É o Consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, "restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido", trazendo, assim, à Humanidade as bases reais para sua espiritualização.

 

O que revela?

 

Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.

Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objectivo da existência terrena e qual a razão da dor e do sofrimento.

 

Qual a sua abrangência?

 

Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das actividades e do comportamento humano.

Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional e social.

 

O que o Espiritismo ensina?

 

(pontos fundamentais):

Deus é a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. É eterno, imutável, imaterial, único, omnipotente, soberanamente justo e bom.

O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.

 

• Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados (Homens), existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.

 

• Todas as leis da Natureza são leis Divinas, pois Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.

 

O homem é um Espírito encarnado num corpo material. O perispírito é o laço semimaterial que une o Espírito ao corpo.

 

Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a tudo.

 

Os Espíritos são criados simples e ignorantes, evoluem intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até à perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.

 

Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.

 

• Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.

 

• As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas. A rapidez do seu progresso, intelectual e moral, depende dos esforços que faça para chegar à perfeição.

 

Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição a que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.

 

As relações dos Espíritos com os homens são constantes, e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos impelem para o mal.

 

Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

 

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos.

 

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas consequências de suas acções.

 

• A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.

 

A prece é um acto de adoração a Deus. Está na lei natural, e é o resultado de um sentimento inato do homem, assim como é inata a ideia da existência do Criador.

 

• A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.

 

 

 Obras Básicas da Codificação

 

1 - O Livro dos Espíritos

 

Publicado em 18 de abril de 1857

Este é o livro básico da Filosofia Espírita.

Nele estão contidos os princípios básicos do Espiritismo, tal como foram transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns.

Seu conteúdo é apresentado em 4 partes: Das causas primárias, Do mundo espírita ou dos espíritos, Das leis morais e Das esperanças e consolações.

Eis alguns assuntos de que trata: prova da existência de Deus, Espírito e Matéria, formação dos Mundos e dos seres vivos, povoamento da Terra, pluralidade dos mundos, origem e natureza dos Espíritos, perispírito, objectivos da encarnação, sexo nos Espíritos, percepções, sensações e sofrimentos dos Espíritos, aborto, sono e sonhos, influência dos Espíritos nos acontecimentos da vida, pressentimentos, Espíritos protectores e outros temas de real interesse ao homem actual.

Na parte relativa às Leis Morais, os temas versam sobre o bem e o mal, a prece, necessidade do trabalho, casamento, celibato, necessário e supérfluo, pena de morte, influência do Espiritismo no progresso da Humanidade, desigualdades sociais, igualdade dos direitos do homem e da mulher, livre-arbítrio e conhecimento de si mesmo.

E, finalmente, na última parte, refere-se aos temas: perdas de entes queridos, temor da morte, suicídio, natureza das penas e gozos futuros, Paraíso, Inferno e Purgatório.

É um livro que abre novas perspectivas ao homem, pela interpretação que dá aos diversos aspectos da vida, sob o prisma das Leis Divinas, da existência e sobrevivência do espírito, sua evolução natural e permanente, através das encarnações sucessivas.

Seus ensinamentos conduzem o homem actual à redescoberta de si mesmo, no campo do espírito, fornecendo-lhe recursos para que compreenda, sem mistério, quem é, de onde veio e para onde vai.

 

2 - O Livro dos Médiuns

 

Publicado em Janeiro de 1861

Este livro reúne o ensino especial dos Espíritos Superiores sobre a explicação de todos os géneros de manifestações, os meios de comunicação com os espíritos, o desenvolvimento da Mediunidade, as dificuldades e os tropeços que eventualmente possam surgir na prática mediúnica.

É constituído de 2 partes: Noções preliminares e das manifestações espíritas.

Dos vários assuntos que aborda, destacam-se: provas da existência dos espíritos, o maravilhoso e o sobrenatural; modos de se proceder com os materialistas, três classes de espíritas, ordem a que devem obedecer os estudos espíritas; a acção dos espíritos sobre a matéria, manifestações inteligentes (as mesas girantes), manifestações físicas, visuais, bi-corporeidade, psicógrafia, laboratório do mundo invisível, acção curadora, lugares assombrados (com comentários sobre o exorcismo); tipos de médiuns e sua formação, perda e suspensão da Mediunidade, inconvenientes e perigos da Mediunidade, a influência do meio e a moral do médium nas comunicações espíritas, mediunidade nos animais, obsessão e meios de a combater. Trata também de assuntos referentes à identidade dos Espíritos, às evocações de pessoas vivas, à telegrafia humana, além de vários temas intimamente relacionados com o Espiritismo experimental.

Não menos importante são os capítulos dedicados às reuniões nas sociedades espíritas, ao regulamento oficial da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e ao Vocabulário Espírita.

Como se observa, o Livro dos Médiuns é a obra básica da Ciência Espírita; graças a ele, o Espiritismo firmou-se como Ciência Experimental.

Embora publicado há mais de 140 anos, seu conteúdo é actual e seus ensinamentos permitem ao leitor estabelecer relações evidentes da Ciência Espírita com várias conquistas científicas da actualidade.

 

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo

 

 Publicado em Abril de 1864.

Enquanto o Livro dos Espíritos apresenta a Filosofia Espírita e o Livro dos Médiuns a Ciência Espiríta, O Evangelho Segundo o Espiritismo oferece a base do roteiro da Religião Espírita.

Logo na introdução deste livro, o leitor encontrará as explicações de Kardec sobre o objectivo da obra, esclarecimentos sobre a autoridade da Doutrina Espiríta, a significação de muitas palavras frequentemente empregadas nos textos evangélicos, a fim de facilitar a compreensão do leitor para o verdadeiro sentido de certas máximas do Cristo, que à primeira vista podem parecer estranhas.

Ainda na introdução, refere-se a Sócrates e a Platão como precursores da Doutrina Cristã e do Espiritismo.

O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o Espiritismo e sua aplicação às diversas situações da vida.

O último capítulo apresenta uma colectânea de preces espíritas, sem entretanto constituir um formulário absoluto, mas uma variante dos ensinamentos dos Espíritos, no campo da moral.

Os ensinamentos que contêm são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças. É o Código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade.

Sua leitura e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independentemente da crença religiosa.

É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.

 

4 - O Céu e o Inferno

 

Publicado em Agosto de 1865.

Denominado também "A Justiça Divina Segundo o Espiritismo", este livro oferece o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual.

Na primeira parte, são expostos vários assuntos: causas do temor da morte, porque os espíritas não temem a morte; o céu, o inferno, o inferno cristão imitado do pagão, os limbos, quadro do inferno pagão, esboço do inferno cristão, purgatório, doutrina das penas eternas, código penal da vida futura, os anjos segundo a igreja e segundo o Espiritismo. Aborda também vários pontos relacionados com a origem da crença nos demónios, segundo a Igreja e o Espiritismo; intervenção dos demónios nas modernas manifestações, a proibição de evocar os mortos.

A segunda parte deste livro é dedicada ao Pensamento. Kardec reuniu várias dissertações de casos reais, a fim de demonstrar a situação da alma, durante e após a morte física, proporcionando ao leitor amplas condições para que possa compreender a acção da Lei de Causa e Efeito, em perfeito equilíbrio com as Leis Divinas. Assim, constam desta parte, narrações de espíritos infelizes, espíritos em condições medianas, sofredores, suicidas, criminosos e espíritos endurecidos.

O Céu e o Inferno colocam ao alcance de todos o conhecimento do mecanismo pelo qual se processa a Justiça Divina, em concordância com o princípio evangélico: "A cada um, segundo suas obras".

 

5 - A Gênese

 

Publicada em Janeiro de 1868.

"Esta nova obra, esclarece Kardec, é mais um passo no terreno das consequências e das aplicações do Espiritismo.

Conforme seu titulo o indica, ela tem por objecto o estudo dos três pontos, até agora, diversamente interpretados e comentados: a Gênese, os Milagres e as Predições, nas suas relações com as novas leis decorrentes da observação dos fenómenos espíritas".

Assim, em seus 18 capítulos, destacam-se os temas: carácter da revelação Espírita, existência de Deus, origem do bem e do mal, destruição dos seres vivos uns pelos outros. Refere-se à uranografia geral, com várias explicações sobre leis naturais, a criação e a vida no Universo, a formação da Terra, o dilúvio bíblico e os cataclismos futuros. Em seguida, apresenta interessante estudo sobre a formação primária dos seres vivos, o princípio vital, a geração espontânea, o homem corpóreo e a união espiritual à matéria.

No tocante aos Milagres, expõe amplo estudo, no sentido teológico e na interpretação espírita, faz comentários sobre os fluidos, sua natureza e propriedades, relacionando-os com a formação do perispírito, e, ao mesmo tempo, com a causa de alguns factos tidos como sobrenaturais.

Desta forma, fornece a explicação de vários "milagres" contidos nos Evangelhos, entre eles, “O cego de Betsaída”, “Os dez leprosos”, “O cego de nascença”, “O paralítico da piscina”, “Lázaro”, “Jesus caminhando sobre as águas”, “A multiplicação dos pães”, entre outros.

Posteriormente, expõe a Teoria da Presciência e as Predições do Evangelho, esclarecendo suas causas, à luz da Doutrina Espírita.

Finalizando, este livro apresenta um capítulo intitulado "São chegados os tempos", no qual aborda a marcha progressiva do Globo, no campo físico e moral, impulsionada pela Lei do Progresso.

Com este livro completa-se o conjunto das Obras Básicas da Codificação Espírita, também denominado "Pentateuco Kardequiano".

 

6 - Obras Póstumas

 

Publicada em 1890.

Este livro foi publicado somente 21 anos após a desencarnação de Allan Kardec.

Constam dele a biografia de Allan Kardec (transcrita da Revista Espírita de maio de 1869) e o discurso de Camille Flammarion, pronunciado junto ao túmulo de Allan Kardec. Ao lado das obras da Codificação Espírita que formam o "Pentateuco Kardequiano", Obras Póstumas constitui uma valiosa contribuição ao esclarecimento de vários temas fundamentais do Espiritismo, como: Deus, a alma, a criação, caracteres e consequências religiosas das manifestações dos espíritos, o perispírito como princípio das manifestações, manifestações visuais, transfiguração, emancipação da alma, aparição de pessoas vivas, bi-corporeidade, obsessão e possessão, segunda vista, conhecimento do futuro, introdução ao estudo da fotografia e da telegrafia do pensamento.

Allan Kardec apresenta um vasto estudo sobre a natureza do Cristo, sob vários ângulos e incorpora a este estudo a opinião dos apóstolos e a predição dos profetas, com relação a Jesus.

Paralelamente trata também da teoria da beleza, estendendo os comentários à música celeste, à música espírita e encerra a primeira parte deste livro, com a exposição do tema "As alternativas da Humanidade".

Na segunda parte relata, com detalhes, a sua iniciação no Espiritismo, a revelação de sua missão, a identificação de seu Guia espiritual, além de outros factos relacionados a acontecimentos pessoais.

Complementando, faz a apresentação da "Constituição do Espiritismo", destacando a necessidade de se estabelecer uma Comissão Central para orientar o desenvolvimento doutrinário.

 

PEQUENA BIOGRAFIA DE ALLAN KARDEC

 

A vida de Allan Kardec pode ser contada de várias maneiras.

Para melhor compreensão de alguns aspectos, preferimos dividí-la em duas fases distintas: a primeira em que, desde o seu nascimento até à idade dos 50 anos que, foi conhecido por Hippolyte Léon Denizard Rivail; e a segunda, quando se tornou espírita e passou a assinar Allan Kardec.

 

1ª fase: Állan Kardec nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail.

Iniciou os seus estudos na célebre escola de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça). A educação transmitida por Pestalozzi marcou profundamente a vida futura do jovem Rivail. Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direcção da escola, na sua ausência.

Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didácticas, que em muito contribuíram para o progresso da educação, naquela época.

 

2ª fase: Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o "fenómeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida". Passa então a observar estes fenómenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas. Aplica a estes fenómenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles fenómenos. Convenceu-se da existência dos espíritos e de sua comunicação com os homens.

A grande transformação opera-se na vida do prof. Rivail quando convencido de sua condição de espírito encarnado, adopta um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.

De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo. Sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.

Além das obras básicas da Codificação (Pentateuco Kardequiano), contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como: “O que é o Espiritismo”, “O Espiritismo” na sua mais simples expressão, “Instruções práticas sobre as manifestações espíritas” e “Obras Póstumas”. A estas obras junta-se a Revista Espírita, "jornal" de estudos psicológicos, lançada a 1º de janeiro de 1858 e que esteve sob sua direcção por 12 anos. E também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 – primeira instituição regularmente constituída com o objectivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.

Assim surgiu o Espiritismo: com a acção dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan Kardec, no papel de codificador.

Com a máxima "Fora da caridade não há salvação", procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância liberdade de consciência e a benevolência mútua.

E a este princípio cabe juntar outro: "Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade'' Esclarece Allan Kardec: "A fé raciocinada que se apoia nos factos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu".

Denominado "o bom senso encarnado" pelo célebre astrónomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou aos 65 anos, a 31 de março de 1869.

Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: "Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei".

 

 

ESPERANÇA

 

Esperamos ter contribuído com esta curta ligação, para uma esperança de um mundo melhor para o qual todos somos fundamentais, com o nosso contributo…

Até aqui, tomámos a iniciativa de chegar até ti. É a hora de te deixar tomar a iniciativa em relação ao grupo Raio de Luz. Com isto queremos dizer que não iremos enviar mais mensagens se não as solicitares, para não corrermos o risco de sermos maçadores para contigo.

Os trabalhos disponíveis para enviar em sistema de estudo são:

 

- Estudando o Livro dos Espíritos (trabalho de Arnaldo Costeira In - Jornal Espírita, com recolha do Grupo Raio de Luz).

 

- Curso de Esperanto, Língua internacional  (trabalho de Arnaldo Costeira In - Jornal Espírita, com recolha do Grupo Raio de Luz e reedição na Revista Espírita)

 

- Também estamos disponíveis para te responder a perguntas que nos solicites.

Restamos despedir enviando-te um abraço fraternal e desejar-te muita Paz de Espírito.

 Grupo RAIO DE LUZ

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