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ABORTO – Não te iludas

      A problemática do aborto não está no sim ou no não, ou no número de semanas para, mas sim na falta de vontade em esclarecermo-nos perante o que as ciências nos disponibilizam na actualidade.     

A importância no comando de uma vida equilibrada, está na acção pensante, instrumento para educação e/ou reeducação do nosso comportamento.

Para uma utilização correcta desta acção, há que reunir atitudes fundamentais, como a vontade de se reeducar, a persistência (que mantém a chama acesa na procura do necessário), o raciocínio dedutivo e lógico, o bom senso e o apoio em estudos científicos, sem as quais, o resultado não será tão positivo.

      Somos ignorantes porque o preservamos.

      Temos as ferramentas, e não as utilizamos.

      Não temos desculpas para a prática do aborto.

      A crença na imortalidade da alma remonta aos tempos mais remotos.

      A crença da reencarnação faz parte da acção pensante de 2/3 da população mundial.

      Mas hoje em dia, a imortalidade da alma, a reencarnação e a comunicabilidade dos espíritos não é mais uma crença.

 

O que nos diz a ciência…

 

      Através da regressão de memória por hipnose, várias personagens da ciência, tais como Dr.ª Edith Fiore (em "Já Vivemos Antes"), Dr. Ian Stevenson (com os livros "20 casos sugestivos de reencarnação", "Reencarnação e biologia" e "Onde a reencarnação e a biologia se intersectam") e Dr. Hernâni Guimarães Andrade (com o livro "Reencarnação no Brasil" com 8 casos detalhados de 72 já estudados) certificam a recordação de vidas passadas. Verificada em maior número nas crianças, estudadas pelo Dr. Banergee.

 

 

 

§    Perguntaram ao Dr. Ian Stevenson:

As suas investigações provam sem dúvida que a reencarnação é possível?

“Eu com certeza não quero que ninguém fique convencido na reencarnação unicamente baseado na minha investigação. O que eu quero dizer, é que, não mais podem dizer, que não existem evidências científicas. Mas muito mais há a investigar.” (Journal of Scientific Exploration)

         Não são experiências vãs, são constatações de dados, são provas científicas da reencarnação.

As investigações do Dr. Raymond Moody ("Vida depois da vida") na área dos "fenómenos" nos estados de coma e cirúrgicos, atestam a acção espiritual fora do corpo; e que a manifestação extra corpórea apresenta um corpo espiritual, cópia do corpo físico; e que esta manifestação é consciente, pois recorda passagens aquando da altura do estado enfermo, impossível de serem adquiridos através dos recursos físicos do paciente. 

         As investigações do Sr. Juergenson, na área da comunicabilidade dos espíritos, foram de tal ordem convincentes que foi condecorado pelo Papa Paulo VI (com a comenda da ordem de S. Gregório, o grande), pelo trabalho realizado. 72000 vozes foram identificadas como de pessoas que já tinham falecido. Entre grandes investigadores desta área contam-se padres católicos dedicados ao assunto. O Padre françês François Brune é um exemplo. Com apoio do Vaticano, ele viaja pelo mundo pesquisando e anotando as experiências das pessoas que lidam directamente com a TCI (transcomunicação instrumental). Segundo comentários dele, no livro "Linha directa com o além": «Senti que ali se tratava, ao contrário, de uma descoberta fantástica, que mudava tudo para o homem. É bem verdade que, em princípio, a maioria das religiões abriam algumas perspectivas a respeito da vida eterna. Mas o cristianismo do Ocidente parecia, há alguns anos, tornar-se hesitante neste terreno. E certas religiões vindas do Extremo-Oriente pareciam tentar fazer-nos renunciar, o mais tranquilamente possível, a uma verdadeira sobrevida pessoal» (pág. 32); «Estou verdadeiramente convencido de que com a Transcomunicação Instrumental (TCI), dispomos de novos meios, fantásticos, que nos garantem nossa sobrevida após a morte» (pág. 355). (Pena não divulgarem em profundidade)

 

A mulher…

Para quem pensa que o aborto é a libertação de um problema, medite no excerto de um trabalho retirado da Internet com o título "ABORTO E TRAUMATISMOS PSICOLÓGICOS”:[1]

 "Às vezes, pretende-se justificar o aborto como a única saída para situações angustiantes que uma gravidez não desejada pode trazer. Há inclusive alguns países que admitem a angústia da mulher como indicação para abortar. No entanto, a pior angústia vem depois do aborto. Esta é a conclusão a que chegou a Dra. Mary Simon, psicóloga da Clínica Ginecológica Universitária de Würzburg (ALEMANHA), em uma pesquisa publicada na conceituada revista DEUTSCHE TAGEPOST (4-VII-92).

 

Basicamente, três tipos de fenómenos psíquicos ocorrem nas mulheres que fazem o aborto:

 1) Sentimentos de remorso e culpa (60% das mulheres);

2) Oscilações de ânimo e depressões (30 a 40%);

3) Choro imotivado, medos e pesadelos (35%).

 Quanto ao sentimento de culpa, já tentaram atribuíi-lo a crenças religiosas. A mulher que aborta voluntariamente sabe que matou o seu filho. Não é, pois, de admirar o aparecimento de sentimentos de culpa, de autocensura e de estados depressivos.

      Um psiquiatra sensato disse uma vez que é mais fácil tirar a criança do útero da mãe, do que fazê-la desaparecer do seu pensamento. Inclusive em países de cultura não cristã, como o Japão (onde o aborto livre é legal há 42 anos), há estudos de grande amplitude, mostrando que 73% das mulheres que praticaram o aborto se sentiam "angustiadas" com o que tinham feito. Porém, voltando ao trabalho da Dra. M. Simon, o que mais chama a atenção, não são as sequelas psíquicas que ocorrem pós-aborto, mas sim os mecanismos que as mulheres desenvolvem para se libertarem dos seus complexos de culpa. Novamente três tipos de mecanismos ocorrem: repressão, projecção e confrontação. Vejamos cada um deles em particular.

 

REPRESSÃO – A Dra. Simon explica que 61% das mulheres que entrevistou, evitam pensar no aborto e reprimem estes pensamentos, desenvolvendo então sintomas de origem psíquica (psicossomáticos): dores de cabeça, vertigens, tonturas e cólicas abdominais. Este fenómeno também é muito conhecido na medicina como somatização. É um dado significativo: em 70% das mulheres surgem pensamentos de como seriam as coisas se a criança abortada vivesse agora, e 52% delas incomodam-se ao verem mulheres grávidas, porque recordam-lhes seus próprios filhos abortados.

 

PROJECÇÃO – Aqui as mulheres projectam para outros a responsabilidade do próprio aborto. Em geral, são mulheres instáveis psiquicamente, mas, sobretudo, dependentes economicamente do pai da criança. Cedem à pressão do marido, do parceiro ou mesmo do ambiente, e abortam.

Posteriormente, quando culpam o marido pelo aborto, aparecem verdadeiras neuroses sexuais: sentimentos de ódio, frigidez e depressões caracterizam a convivência matrimonial-sexual de inúmeros casais que fizeram o aborto. Estatísticas recentes comprovam que, só nos Estados Unidos, 50% dos casais que fizeram aborto separaram-se após o mesmo.

Muitas mulheres também acusam os médicos de não as terem informado o suficiente sobre as possíveis consequências psíquicas do aborto. Se soubessem, antes de abortar, dos riscos para sua saúde física e psíquica, não o teriam feito. No total, 45% das mulheres voltariam atrás se pudessem, pois consideraram sua anterior decisão de abortar prejudicial e equivocada.

Era frequente, no questionário formulado pela Dra. Simon, ler respostas do tipo: "atribuo aos que me rodeavam uma grande parte de culpa na minha decisão de abortar" ou "o pai da criança não a queria"; uma das pacientes declarou entre lágrimas: "os médicos decidiram sem contar comigo; assustaram-me, dizendo que a criança poderia nascer mal formada. Se eu tivesse outra vez na mesma situação, levaria adiante a gravidez, mesmo que meu filho fosse um débil mental. É carne da minha carne e sangue do meu sangue: eu o amaria".

 

CONFRONTAÇÃO – O terceiro e menor grupo de mulheres entrevistadas tenta recuperar seu equilíbrio psíquico, enfrentando conscientemente o facto do aborto, e conversam francamente com pessoas de sua confiança (abrem-se com uma amiga, a mãe, um psicólogo ou um médico), porém nunca com o médico que realizou o aborto. Em geral, tentam, primeiro, reconhecer sua culpa; não a reprimem nem a projectam sobre outros, e tampouco procuram justificar-se. Depois, arrependem-se do que fizeram sentindo dor e tristeza pelo filho morto.

 

      Os países desenvolvidos começam a repensar suas leis abortistas. Para citar um exemplo, transcrevo a seguir, parte de um manifesto assinado por 35 personalidades americanas (o governador da Pensilvânia, Robert Casey; o médico da Universidade de Chicago, Prof. Leon R. Kass e inúmeros políticos e líderes religiosos das mais distintas confissões), publicado na revista FIRST THINGS (NEW YORK, NOVEMBER / 92):

      "...Após vinte anos de aborto sem restrições na sociedade americana, constata-se que a mortalidade infantil continua sendo uma das mais altas dos países industrializados; continua a haver cada vez mais casos de maus tratos às crianças (e mais graves); continuam os abortos clandestinos... O aborto livre não satisfez a nenhuma verdadeira necessidade das mulheres, nem lhes devolveu a dignidade. De fato, produziu exactamente o contrário: estimulou a irresponsabilidade dos homens e dos jovens, que encontram no aborto uma escusa fácil para fugir de suas obrigações; aumentou enormemente a exploração das mulheres pela indústria do aborto... A licença para abortar não proporcionou liberdade nem segurança às mulheres..."

      Dra. M. Simon: "O ABORTO NÃO SOMENTE ANIQUILA UMA VIDA HUMANA AINDA NÃO NASCIDA, MAS TAMBÉM ARRUINA A PSIQUE DA MULHER."

 

 

 Espiritualmente…

 Na área do conhecimento espiritual temos vindo a adulterar os preciosos ensinamentos, que vão desde os percursores do cristianismo, passando pelo exemplo vivido do próprio Cristo, ao trabalho científico de Allan Kardec, que revive o cristianismo e analisa em profundidade os aspectos filosóficos, doutrinários e científicos da vida que nos rege. Resultado este de indagações à espiritualidade superior, que como prova da sua autoridade moral e científica dizem-nos, que, quando a ciência a caminho da evolução, contestar um ponto da doutrina espírita “alegando situações mais verdadeiras”, para assumirmos esse ponto e abandonarmos o ponto contestado. Até hoje, não se conhece nenhuma contestação, e já lá vão mais de 150 anos.

 

Acerca do aborto:

  “357. Que consequências tem para o Espírito o aborto?

                “É uma existência nulificada e que ele terá de recomeçar.”

 

358. Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?

                “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.” 359. Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?

“Preferível é que se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.”

 

360. Será racional ter-se para com um feto as mesmas atenções que se dispensam ao corpo de uma criança que viveu algum tempo?

                “Vede em tudo isso a vontade e a obra de Deus. Não trateis, pois, desatenciosamente, coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da criação, algumas vezes incompletas por vontade do Criador? Tudo ocorre segundo os seus desígnios e ninguém é chamado para ser juiz.”[2]

 

 Conclusões

 

                Todas estas investigações científicas comprovam a importância da utilização do bom senso e raciocínio, conduzindo-nos aos ensinamentos de Jesus, pois ele informou-nos de todas essas realidades, mas como orgulhosos e egoístas que somos não lhe demos ouvidos e temos vindo a destruir o planeta na área física como na psíquica (moralidade/dignidade). Mas como Ele “a cada um segundo as suas obras”. Não é um castigo mas sim a consequência dos nossos actos, e na investigação do Dr. Ian Stevenson nos seus livros, refere exemplos de consequências da existência actual do paciente, com causas identificadas na existência passada, em outro corpo, como é obvio.

                O facto das pessoas não acreditarem na reencarnação (por comodismo, conveniências, ou por falta de estudos adequados) não invalida o facto real de nós sermos espíritos em evolução e que a Vida na escola Terra é uma passagem necessária para essa mesma evolução, e que ninguém tem o direito de impedir esse mesmo regresso ao mundo escola.

              A ciência intriga-se, porque é que o espermatozóide menos saudável consegue vencer a corrida ao óvulo. Ora, isto deve-se à aproximação do espírito reencarnante, que segundo o seu estado vibratório, com uma determinada frequência (que é adquirida segundo o comportamento do mesmo), influência o espermatozóide adequado a esse padrão vibratório, para a fecundação. Daí o facto de não se dever abortar, também, em casos em que o feto se apresenta com deficiências, pois são consequências com causas geradas pelo reencarnante e que são necessárias para a sua evolução. A melhor ajuda é dar-lhe a assistência possível com amor, pois quem se acha livre de no futuro não necessitar de assistência e amor?

                Tudo isto não é por acaso, é a lei divina em acção, e nós não a conhecemos melhor porque preservamos a vida do comodismo de não nos querermos comprometer.

                Hoje somos jovens mas amanhã idosos, e o filho que matámos poderia ser o amparo para as horas débeis. Uma gravidez é um compromisso com a divindade.     Está mais que na hora de acordarmos para a realidade espiritual para não sermos vítimas da nossa ignorância, pois não teremos desculpas, com as faculdades que temos e todo o manancial de ensino científico.

                Esclareça-se as pessoas, criem-se condições de assistência às futuras mães para que elas tenham as condições mínimas de seres humanos, criem-se creches para acolher aqueles cujas mães pensam que não os podem criar, mantendo sigilo por respeito, mas procurando reeducar a mãe de forma a ela assumir de novo o seu rebento, sem atitudes condenatórias, porque todos sem excepção somos comprometidos com o passado.

                Provavelmente o dinheiro que se gasta na atitude negativa para montar todo um equipamento de assistência ao aborto, na construção de celas para punir o crime, nos tratamentos físicos e psíquicos no pós aborto, por certo que daria para criar as condições acima referidas numa atitude positiva e de fraternidade.


 

[1] “Pergunte e Responderemos, 413, Outubro / 96"

[2] Kardec, Allan – “O Livro dos Espíritos”

 

O Dr. E. Nathanson - Médico Ginecológico, Ex. - Diretor da clínica abortiva maior do mundo

São estes, os argumentos científicos que mudaram meu modo de pensar: se o ser concebido é um paciente a quem se pode tratar até cirurgicamente, então é uma pessoa; e se é uma pessoa, tem direito à vida, e, também tem direito que nós, médicos e pais, procuremos conservá-la.

  "OGritoSilencioso"     VÍDEO EM INGLÊS  OU EM    ESPANHOL

O referido vídeo mostra com recurso a uma ecografia o que sucede no útero

 materno durante a realização de um aborto. Comentários do Dr. E. Nathanson.

      

Mais sobre SÍNDROME PÓS-ABORTO

FVer também análise ao inquérito referente ao abortoE

 Grupo RAIO DE LUZ

[2] “Pergunte e Responderemos, 413, Outubro / 96"